6 tendências do SPED para 2017

por Equipe QuickBooks

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Com o avanço da tecnologia, fazer a gestão financeira dos negócios nunca foi tão fácil. Um bom exemplo disso é o Sistema Público de Escrituração Digital (SPED), que transforma os documentos contábeis em documentos digitais, facilitando o controle e o relacionamento entre os contribuintes e a Receita Federal. Conheça as principais novidades e exigências do SPED para 2017.

  1. Novidades para a emissão gratuita da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)

Sabia que, a partir de julho deste ano, a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) vai passar o aplicativo que emite de forma gratuita a Nota Fiscal Eletrônica para o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)? Além do Sebrae, a Sefaz do Maranhão também vai oferecer a emissão gratuita das notas fiscais eletrônicas.

  1. Certificado digital passa a ser obrigatório para garantir o envio da Guia de Recolhimento do FGTS e de Informações à Previdência Social ou eSocial

Agora é a vez das pequenas empresas, tributadas pelo Simples Nacional e com três a cinco empregados, contarem obrigatoriamente com o certificado digital. Caso contrário, elas não poderão mais enviar informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais para a Receita Federal. Essa novidade aparece na Resolução do Comitê-Gestor do Simples Nacional nº 122. É bom saber: se a empresa não correr atrás dessa certificação as multas vão corresponder aos meses sem o envio dos documentos.

  1. O que muda com o novo Simples Nacional

Empresas que têm débito com o Fisco podem negociar dívidas com as regras do novo Simples Nacional, que foi proposto na Lei Complementar nº 155. Outras regras como novas faixas de faturamento e limites de receita bruta só começarão a valer em 2018. Continue acompanhando o blog para saber das próximas novidades do Simples Nacional.

  1. Vendas interestaduais para empresas que não participam do plano Simples Nacional

Agora, nas vendas interestaduais desse tipo, 60% do tributo será voltado ao estado de destino e 40% ao estado de origem. É importante lembrar: quem deve recolher os impostos das mercadorias enviadas para pessoas jurídicas é o destinatário. Já no inverso (venda para as pessoas físicas), o remetente.

  1. Atenção para a identificação de mercadorias com Código Especificador da Substituição Tributária (CEST)

A partir do dia 1º de julho de 2017, cada produto a ser vendido deve conter o número do Código Especificador da Substituição Tributária (CEST) na Nota Fiscal Eletrônica. Para saber quais são esses códigos consulte a Tabela CEST, do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Por que fazer isso? Para ajudar a Receita Federal a identificar quais produtos precisam passar pela substituição tributária e quais podem antecipar o recolhimento do ICMS.

  1. Bloco K do SPED Fiscal e sua importância no controle da produção e do estoque

Desde o início do ano entrou em cena a obrigatoriedade do Bloco K do SPED Fiscal para empresas com faturamento anual maior que R$ 300 milhões, em 2015. Instituído pelo governo federal, o Bloco K do SPED fiscal é o livro eletrônico de registro de controle da produção e do estoque, com informações sobre matérias-primas em estoque, produtos produzidos, consumidos e estoque final. Isso ajuda o governo a fiscalizar e a controlar o processo de produção das empresas, evitando adulterações.

#DicaQuickBooks: aproveite para rever a importância do SPED para a sua empresa.

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